Eu amo muito o São Marcos do Guimarães Rosa, e acho brilhante o pequeno poema entalhado em cana de bambu que não passa de um rol de reis acadianos, mesopotâmicos, babilônicos, assírios. E tem ali, além do puro prazer das palavras, um realismo patente da erudição caipira, essa de plumagem e canto.
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