Ou o contrário, hahaha! É um Dracky, inimigo comum da série desde o primeiro Dragon Quest do Famicom, de 1986.
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Fabio Santana
Профиль VivelyProfissional de comunicação. Atual: Level Infinite (Tencent). Antes: Capcom, PlayStation. Antes: editor das revistas Gamers, SuperDicas PlayStation, EGM Brasil, Edge. Também: colecionador, preservacionista, pesquisador, curioso. Dou pilão sem pular.
Fonte do vídeo (a propósito, um excelente vídeo em inglês explicando porque o fenômeno acontecia): youtu.be/Ytt0arvXeAQ
Aquele que ainda tinha o WTC youtu.be/Rsov1VpnQa0
Para quem quiser revisitar Final Fantasy: The Spirits Within, o filme está disponível na Netflix: www.netflix.com/br/title/600... [13/13]
Na revista Set de agosto/2001, o editor @rodrigosalem.bsky.social, em sua crítica a Final Fantasy, vaticina: "O cinema nunca mais será o mesmo". Salem menciona que as irmãs Wachowski visitaram a Square Pictures, o que resultaria na animação Voo Final de Osíris, da antologia Animatrix (2003). [11/13]
No Brasil, Spirits Within, aqui apenas "Final Fantasy", estreou em 10/08/2001, um mês depois dos EUA. A crítica da Folha de S.Paulo afirmou: "Obra é marco tecnológico, mas apenas isso" – e deu nota 2/5. A matéria inclui uma entrevista da jornalista Milly Lacombe com o Sakaguchi em Honolulu. [07/13]
Em 18/07/2001, o Estadão dedicou duas pgs inteiras do Caderno 2 ao filme Final Fantasy. "Eleita uma das 'mulheres' mais sensuais de 2001, Aki foi tratada a pão-de-ló pelo Estúdio Square." Em entrevista, o ator James Woods contradiz o temor: "Animação digital não vai tirar o sono dos atores". [06/13]
No dia 14/07/2001, O Estado de S.Paulo publicou matéria sobre como atores digitais ameaçavam o emprego dos reais: "Atores virtuais trabalham de graça, são pontuais, não se queixam, não têm chiliques, não se casam, não se metem em escândalos, não adoecem, não envelhecem, não tiram férias…" [05/13]